Você É Meu Destino

Você é meu destino - A Oni

Veja a descrição:

  • Título: Você é meu destino
  • Autor: A Oni
  • Formato: eBook Kindle
  • Tamanho do arquivo: 1250 KB
  • Número de páginas: 953 páginas
  • Quantidade de dispositivos: Ilimitado
  • Vendido por: Amazon Serviços de Varejo do Brasil Ltda

Sinopse do livro:

Não o nosso caso.
— E é agradável para mim! — Esme sorriu largamente. — A mesma magia!
— Aqui, o bebê vê a verdade — acenou com cabeça bastante.
Esme realmente foi a mais jovem deles — ou, pelo menos, pareceu. É difícil determinar a idade da menina que é capaz de fazer funcionar esta idade. Esme pode virar sem esforço tanto na velha mulher antiga, como na menina absolutamente pequena. Em todo o caso foi capaz de criar as cópias que chamou sombras: uma baixa do sangue — e já perto dele custa a nova Esme, a mesma beleza flexível com escarlate que pétalas de papoula, cabelo e olhos azuis.
O presente de Esme foi único, não pertenceu a nenhum tipo de formas de vida mágicas. Quando foi bebê, a mãe vendeu-a à comunidade de bruxas. Os procurados um elixir de imortalidade, e verificado os elixires criados nas pequenas meninas que vivem na sua fechadura. Normalmente os bebês morreram dele são a morte longa e dolorosa.
Mas Esme tornou-se uma exceção. Permaneceu sã, forte e forte, e também encontrou as capacidades mágicas logo. Possivelmente, deveria expor insuficientemente bruxas e entender o seu plano verdadeiro, enganaram-na desde a infância, pretendendo ser curadores gentis. Contudo o destino que permitiu a Esme interferiu para conhecer o rapaz que vive na aldeia perto do castelo da bruxa. Inris tornou-se a sua única amiga verdadeira, a sua família e quando as bruxas o mataram, a si mesmos assinaram uma oração. Esme contatou com tropas reais e disse-lhes de crimes de bruxas. A comunidade foi destruída, e Esme foi a Ariora porque não sabia onde ainda será aceito. Mas até lá sentiu muitos anos o estrangeiro, não encontrou Ivy e Aneko ainda.
— A alegria de crianças não absolve — tremeu - encabeçou Karidan. — Combino raramente com um gato, será bastante para organizar aqui um discurso de um ator errante, fazer o barco regular, mas não esta pedra mulher boba!
Karidan esteve perto de Ivy, tentou não se afastar dele, e foi agradecida a ele para ele. Como amado.
Foi um dos primeiros quem encontrou na ilha — naquela noite quando esteve tão cansada que esteve pronto para terminar tudo. Não importa, como se da rocha para apressar-se embora no mar para afogar-se se só o medo e a dor pararam! Mas Karidan não lhe permitiu fazer uma coisa estúpida, ajudou-o, empurrado à amizade com Aneko.
Embora seja impossível dizer que neles tudo esteve bem ao mesmo tempo. Mais provavelmente, ao contrário: tendo ouvido que foi acusada da tentativa na vida do rei, Karidan picou as orelhas, olhou-o, como o criminoso. A hera foi até necessária para usar a magia de acalmá-lo. Não se acostumou para confiar em cada um, precisou do tempo para reconhecê-la — e acreditá-la.
Mas desde então começou a aparecer perto dele na frequência crescente. Ambos, a vida já ferida e passaram por privações, tiveram cuidado, contudo puxou-os um a outro. A hera não representou como entendê-lo, mas também não resistiu a vontade do destino. Quando apareceram em uma cama, não foi surpresa em absoluto, uma parte instintivamente sabia que a tudo isso e vai desde que pela primeira vez o tocou.
Mesmo depois disto não tinham vida fantástica tranquila. Aprendeu que Karidan é o mensageiro Preto, o executor lendário de Ariora de cujos os criminosos de magia de espada pereceram, e ainda — o meio-irmão do rei. Descobriu que nele lá vive um ser que realmente se preparou para a tentativa no governador. Depois dele tinham de odiar um a outro — e todos eles igualmente amados.
Contudo, a Hera não sabia quantos durará. Aprendeu a verdade sobre si mesma quase junto com Karidan, e para ele tornou-se onde um grande choque, do que para ele. Ainda! Toda a sua vida repentinamente foi uma mentira.
Naturalmente, sabia que ele não a pessoa e uma forma de vida mágica. Mas Ivy foi convencida que o seu pai, Delior Santoya, mágico poderoso, a criou na memória de tragicamente morreu a filha. Delior foi velho e não quis a guerra, somente temeu a solidão.

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